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Senso moral atrofiado!

Qual o perfil de um indivíduo que tem coragem de matar uma criança, pior ainda, seu próprio filho (a)? Como identificá-lo? O que fazer para coibir essa prática? Como recuperar uma criança vítima de violência física, moral e sexual? Em verdade, a sociedade não tem conhecimento do nível de perversidade de que são capazes determinados seres tidos como humanos, os quais na maioria dos casos argumentam terem sofrido duro castigo na infância. Essa sistemática jamais poderá ser aceito como justificativa diante da brutal e covarde agressão, onde se pode citar como exemplo casos escabrosos ocorrido em São Paulo, onde o casal Nardoni matou com requintes de crueldade sua própria filha, e, agora, mais recentemente com o brutal assassinato do menino Henry, imolado por seus responsáveis. Torna-se, portanto, obrigatório exercer extremado cuidado com tipos dissimulados dessa natureza, que demonstram claramente essas perversas características, ludibriando a sociedade ao revelar esse prazer mortal. Percebe-se que a sociedade ainda não avaliou com precisão o grau de crueldade de que é capaz o ser humano, principalmente o que se dedica à prátiica de crimes hediondos na modalidade físico, sexual, moral e psicológico, perpetrados e consumados na intimidade do lar, contra criança e adolescentes sobre as quais exercem algum tipo de poder, cometidos longe de holofotes, restritos aos autores, daí a enorme dificuldade para o concurso de testemunhas oculares. Laços empregatícios, religiosos e fraternos são muito utilizados como recurso para molestar, agredir, ferir e matar crianças indefesas, não sendo raro as manchetes jornalísticas denunciando irmãos de igrejas, pastores, padres, professores e treinadores esportivos pela prática de crimes, estes, entretanto mais especificamente voltados para a prática do abuso sexual. Sobre fatos ora sob comento, especialmente quando se trata de assassinatos de crianças indefesas, em que pese nosso fervor a Deus onipotente, lamentamos profundamente a ausência de um patíbulo, ou, no mínimo da garantia de uma condenação perpétua como forma de conter a volúpia assassina de indivíduos cujo senso moral mostra-se totalmente atrofiado, absolutamente inclinados no sentido do crime, para que possam, de fato, prestar contas com justiça pelas atrocidade praticadas. Delegado Mourão.


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